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Variação pop do sertanejo de raiz com algumas batidas que lembram as eletrônicas, com versões acústicas, mais refrões que são fáceis de decorar. Isso é o sertanejo universitário que tem seduzido cada vez mais os jovens. Esse nome surgiu porque o estilo é tocado em baladas que são mais frequentadas por estudantes de faculdade. Até 2008 a maioria desses locais atraiam as pessoas que curtiam música eletrônica, só que em 2009 o sertanejo universitário estourou e desde então vem conquistando cada vez mais adeptos.
Por se destacar pelas músicas empolgantes, de fácil memorização e de bastante interação com o público, o sertanejo universitário é visto por Camila Neves Secco, de 19 anos, como uma forma dos artistas do sertanejo evoluírem. Júlia Estevam, também de 19 anos, comenta que o sertanejo universitário atinge mais o público do que o sertanejo clássico. “Por ter um estilo mais descontraído e as músicas tratarem dos assuntos como são vistos pelos jovens, acredito que o sucesso é mais abrangente”, conclui.
A dupla Bruno e Marrone foi quem começou com esse novo estilo, logo após vieram César Menotti e Fabiano. Mas ele só estourou na mídia com a dupla Victor & Leo e depois com Luan Santana, Maria Cecília & Rodolfo, João Bosco e Vinícius e Fernando e Sorocaba.
Há quem acredite que o termo sertanejo universitário surgiu apenas por questões de marketing, já que esse estilo é tocado e consumido por pessoas mais novas entre 15 e 23 anos. “Acredito que o motivo desse nome também seja pela música ser tocada em bares e casas noturnas. O que era rotulado por ser do interior, agora é presente nas baladas das metrópoles”, afirma o músico Maurício Prado, que toca na noite santista.
Maurício toca há dez anos e entrou nesse ramo porque sempre teve paixão por sertanejo. Houve nas horas vagas sertanejo de raiz e diz que acaba influenciando em tudo no seu trabalho como cantor de sertanejo universitário. “O sertanejo de raiz fala da natureza, e o universitário tem uma pegada atual, então eu acabo unindo os gêneros”, comenta.
Ele acredita que parte do sertanejo universitário fazer tanto sucesso é por influência da mídia. “A mídia, principalmente a televisão, incentiva, convence e em alguns casos, como as novelas, exploram abertamente o estilo”, relata. Além disso, também afirma que ter a mídia como propulsora do sertanejo universitário contribui para o aumento de consumo de produtos relacionados. “A influência fica clara na vestimenta das pessoas e nos shows, como os rodeios”, finaliza.
Para outras informações sobre Maurício Prado, clique aqui.
"Gandhi said that whatever you do in life will be insignificant. But it's very important that you do it. I tend to agree with the first part." (Lembranças - filme)
Certo, viciei no filme e nas reflexões que ele exige mas o que posso fazer? I tend to agree with Tyler...
De qualquer forma...
Bom, na sexta-feira eu estava voltando do jantar, entrei na Blockbuster e resolvi alugar o filme "Lembranças" (Remember me). A trama é estrelada pelo bonitão, ou não, do momento, Robert Pattinson. O astro da saga "Crepúsculo" já havia conquistado diversas fãs quando fez o popular Cedric Diggory em Harry Potter e o Cálice de Fogo, mas teve a infelicidade de receber um papel, o qual o destino do personagem seria a morte. Porém, o que deu mesmo a fama à Robert foi o papel do vampirinho brilhante Edward Cullen, que já está morto (risos).
Aproveitando o auge da fama, veio a gracinha do "Remember me". O filme não é sobre aquele romance clichê que estamos acostumados a ver em comédias românticas. O negócio todo tá mais pra um drama. Realmente me surpreendeu a atuação do Robert e por isso, mudei o que pensava sobre ele (mas o que eu penso sobre o Edward ainda continua intacto, yeah).
Robert interpreta Tyler que tá mais pra um "poeta laureado" super romântico e rebelde. Tyler divide o apê com seu amigo Aidan. O filme acontece em base de uma aposta feita pelos dois mocinhos, que após uma briga no meio da rua, Tyler apanha de um policial. Aidan desafia o amigo a conhecer a filha do tira, que surpreendentemente estuda na mesma escola dos garotos, para se vingar.
Conversa vai, papo vem, os dois começam a sair, se apaixonam e vivem cercados de problemas familiares. Tanto a mocinha quanto Tyler tem problemas na família semelhantes e um acaba entendendo o outro.
Vejo esse filme como uma reflexão sobre a vida, do que os momentos são feitos, do que é realmente necessário. O clichê desaparece, já que o clima romântico não é o foco principal do longa. Com esse filme, Robert conseguiu mostrar que tem muito mais por baixo daquela carcaça marcada pela aparente falta de banho. Ele pode mostrar que ali tem talento, um talento que só foi um pouco escondido pelos brilhos, batons e frescuras de Edward Cullen.
Pois é, o verão começa no hemisfério Norte e junto com ele, as nossas séries favoritas. Já vou avisando que se não viu o 1º episódio da 4ª temporada de Gossip Girl é melhor parar de ler por aqui. :)
Durante o baile de máscaras Nate já tentou dizer à Serena que a amava, o relacionamento ou amizade colorida de Vanessa e Dan tá mais pra um iô-iô, Jenny sempre como a garotinha rebelde e mimada, Dan e Serena não se sabe o que eles realmente são. A season finale da 3ª temporada foi inesperada, o que só provocou frison entre os fãs da série, já que terminou de um jeito que só aguçou a curiosidade alheia.
Agora sim podemos dar as boas vindas à nova temporada da série. O clima já começou esbanjando glamour. Também, com Serena e Blair em Paris não se podia esperar menos do que muitas compras, jantares e passeios luxuosos. Até um encontro com um herdeiro da família real B e S arranjaram. Chuck Bass, que foi baleado logo nos minutos finais da season finale, desaparece e de repente retorna, mas de um jeito muito interessante (bem à la Chuck Bass).
A garotinha Georgina Sparks, e de repente não tão mais garotinha assim, aparece na casa de Dan com uma linda surpresa. E como era de se esperar ela vai embora deixando o pacote literalmente nos braços de Dan.
Serena está voltando para NY e Nate teve vários encontros. Será que eles vão se acertar? (espero que sim :X).
E talvez a curiosidade de muitos possa estar perto de ser sanada. Aparece quem é o suspeito ou até mesmo quem é a verdadeira "garota do blog".
Keep in touch...
xOxO.
...i know maybe it hurts, but it's time to move on.
Ps.: Give somethin to remember!
Não, não é a propaganda do Johnnie Walker. Ultimamente esse tem sido o meu lema praticamente pra tudo que tenho que lidar e uma das coisas que me acolhe quando temo são as letras das músicas ou as frases dos livros que insisto em devorar.
A música sempre me envolveu com as melodias, letras e cifras desde pequena. Particularmente, se a música não conseguir me prender nos primeiros 30 segundos, eu pulo de faixa. Sempre fiz isso e não é novidade pra ninguém. Me enjoo fácil, necessito de algo que prenda minha atenção por algum motivo. O motivo? Está para ser descoberto nos caminhos da vida. Quando eu descobrir cada motivo que me faz perder o ar, me descabelar, gritar, temer, rir, chorar e tudo mais, eu conto. Não que eu não saiba na teoria o que me faz sentir cada coisa. Lógico que eu sei mas, cada dia que eu acordo, eu me surpreendo. Percebo que ainda posso descobrir algo de muito diferente em mim que eu nem ia imaginar que pudesse aparecer. Tenho um apego quase (ou não) vicioso por livros. Quem me conhece sabe que eu entro na história, choro com o personagem, me apaixono junto com ele e tenho medo.
Quando tudo parece perdido e sem controle eu me dou conta de que ainda pode piorar. Isso não ajuda nem um pouco. Cadê o auto-controle? Cadê a certeza? Cadê a decisão? Puff, escafedeu-se tudo. Tudo some, tudo vira pó. E aí me encontro de novo ao ar livre, pronta para ser testada e observada. "U gotta believe, don't fear, don't break it".
Você pode me perguntar qualquer coisa e MUITO provavelmente eu não saberei a resposta de tudo. Afinal, sou especialista em formular perguntas complicadas. Eu sei que não saberei de tudo mas, o que eu posso fazer de melhor é ser sincera. Custe o que custar, não importa o que eu tenha perdido ou que eu possa vir a perder. Não importa também o que eu possa ganhar, isso é o de menos. Chega um momento que não importa que você tenha lutado. Eu sei que eu lutei e sei que seria testada. Mas eu sei mais do que ninguém que eu sou de mais longe do que você imagina.
De qualquer forma...
O tempo passa rápido, esse é o maior defeito dele. Ou não, pois quando o tempo passa ele nos faz esquecer, acostumar, tampar feridas e moldar mágoas no nosso interior. Às vezes acho que eu tenho o poder de trancar todas as janelas que dão pra minha vida. "Eu canto as notas mais erradas de refrões que eu nem sei tocar". É...tem horas que eu prefiro deixar as músicas 'falarem' por mim.
Essa semana liguei pra minha amiga que sempre me acompanhou nos meus dramas e ela me fez enxergar coisas que eu sabia faz tempo mas que eu preferia esconder ou fingir. Ela me indicou um seriado, um livro e um cd. Foi uma união completa. Cada coisa se encaixou perfeitamente sem problema nenhum...a única coisa da qual eu não gostei nem um pouco foi que tudo isso unido me fez pensar e chegar a uma só conclusão...a qual eu prefiro deixar subentendida ou escondida no meu mundo particular.
Ser-humano é um bicho complicado. Oh God! Tem coisas que são tão simples mas tem outras que são um fardo. Tem dias que eu estou nostálgica, melancólica...tem outros que eu não me aguento de felicidade e os sorrisos não cabem no meu rosto. Pra ser sincera, eu gosto disso em mim. Felicidade 100% do tempo é demais, pois por mais estranho que pareça "this is the way the story goes".
Sou mais indecisa que qualquer coisa que já tenha existido e acho que as coisas acontecem comigo pra me testarem. Mas a culpa não é minha, ou é? Não sei, disso eu realmente nao sei. Talvez seja, talvez não.
Durante as minhas tardes nostálgicas e entediantes eu estava passeando pelo blog do Lucas, da banda Fresno e ele mais uma vez me surpreendeu com suas palavras. Eu li o texto, me emocionei, me arrepiei e vi a minha história estampada linha após linha, palavra atrás de palavra.
Eu sei que quando lutamos contra nós mesmos, contra o que acreditamos e contra o que sentimos somos os únicos a colecionar dor e feridas. Eu criei leis pra mim mesma do que é o certo e do que é o errado. Quando tento ir contra elas me deparo com um bolo no meu estômago e uma voz no meu interior dizendo "tá errado, volta e faz o certo". Mas E SE naquela hora o certo que é o que eu acho certo não é realmente o certo? OMG...eu to pirando, ou não. "I need to find my way" - The Maine
"Nós é que falamos línguas diferentes quando o assunto é sentir e expressar" - Lucas Silveira